Diagnóstico tributário
Retrato do que a empresa paga hoje e de onde vem cada tributo recolhido.
Pagar o imposto justo não é sorte nem manobra. É análise feita com o número da sua operação e revisada ao longo do ano.
Planejamento tributário é a organização lícita da operação para que a empresa recolha apenas o que a lei exige. Não é esconder receita e não é atalho: é escolher, entre caminhos todos legais, o que custa menos para o seu perfil de faturamento, margem e folha.
O trabalho começa por um retrato fiel da situação fiscal atual e termina em acompanhamento, porque faturamento muda, folha muda e a legislação muda. Regime escolhido uma vez e nunca mais revisado costuma ser o que mais custa caro.
Levantamento do que a empresa recolhe hoje, por tributo e por período, com as obrigações já transmitidas como base.
Simulação de Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real com o número real da operação, não com média de mercado.
Ajustes na estrutura, na composição do pró-labore e no aproveitamento de créditos e benefícios previstos em lei.
Revisão periódica ao longo do ano, para que a mudança de faturamento ou de legislação não pegue a empresa parada.
Retrato do que a empresa paga hoje e de onde vem cada tributo recolhido.
Cenários lado a lado entre os regimes possíveis, com o impacto em reais.
Conferência de tributos já pagos, para identificar recolhimento a maior dentro do prazo legal.
Leitura do que a transição para CBS e IBS muda no seu setor e o que precisa ser preparado.
O que fazer, em que ordem e em que momento do ano cada mudança pode ser executada.
Reavaliação do cenário ao longo do exercício, e não só na virada do ano.
Recolher o que a lei exige e nada além disso libera caixa para a operação, todo mês.
Toda economia proposta tem fundamento legal escrito. Nada que dependa de sorte na fiscalização.
Saber quanto vai sair de imposto no próximo trimestre muda a forma de precificar e de contratar.
O planejamento vira critério de decisão para abrir filial, mudar de faixa ou investir.
Sim. Planejamento tributário é a organização lícita da operação para pagar o tributo devido e nada a mais. O que a lei proíbe é sonegação, que é omitir fato gerador já ocorrido. São coisas diferentes, e nós só trabalhamos com a primeira.
Não. Em parte dos casos a análise conclui que a empresa já está no melhor regime, e isso também é resultado: encerra a dúvida e evita mudança que sairia mais cara. Por isso o diagnóstico vem antes.
A opção pelo regime tem prazo definido em lei e, na maior parte dos casos, ocorre no início do ano-calendário. Por isso a análise feita com antecedência vale mais: decidida em cima da hora, a empresa espera o exercício seguinte.
O diagnóstico é gratuito e acontece direto com a sócia. Você sai da conversa sabendo o que fazer, com ou sem contrato.
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